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Jornal do Metalúrgico

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Edição 1156 | De 11 a 17 de Maio de 2016

Expediente

Órgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá - Rua Maurício Diamante, 65, São José dos Campos - CEP 12.209-570. Telefone (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br. Responsabilidade: Diretoria do Sindicato. Edição: Rodrigo Correia. Redação: Douglas Dias, Lucas Martins e Manuela Moraes. Editoração eletrônica: Bruno César Galvão. Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: Jornal Diário da Região Ltda. CNPJ: 07.351.093/0001-48 - Fone: (12) 3966-1212.

Mulher Metalúrgica


Mal amadas?
Na última semana, o deputado Flavinho (PSB) fez um discurso na Câmara que deixou muitas mulheres indignadas. Para justificar seu voto contra a criação da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara, Flavinho disse: “A mulher de verdade que está lá fora ralando para sobreviver não quer empoderamento. Ela quer ser amada, quer ser cuidada”.

Ele ainda acrescentou que mulheres feministas, ou seja, que lutam por seus direitos, são mal amadas. Como assim, deputado? Queremos ser amadas, mas queremos também o fim do machismo: salário igual para trabalho igual e o fim da violência contra a mulher!


Bela, recatada e do lar
Deu o que falar a reportagem da revista Veja sobre a esposa do vice-presidente Michel Temer, Marcela Temer, entitulada “Bela, recatada e do lar”. E não é pra menos.

O problema maior está no “recatada”, pois faz um juízo de valor, como se fosse um comportamento desejável à mulher para que ela seja bem vista.

Diante do machismo evidente, famosas e anônimas inundaram o Facebook com fotos dando o recado: a mulher deve ser livre para se comportar como quiser e ninguém tem nada a ver com isso!


Vagabunda, não!

Mais uma vez, a crise política no Brasil é palco para reprodução inaceitável do machismo. Desta vez, o caso envolveu o ator global Zé de Abreu, que é petista, e sua esposa, Priscila Pettit.

O ator reagiu a uma agressão à Priscila, que foi chamada de vagabunda, e cuspiu no agressor.

Muitos criticaram a cusparada do ator mas, infelizmente, o xingamento machista não gerou a mesma indignação. Volto a dizer: também defendemos o fim do governo Dilma, mas não podemos tolerar machismo.
 

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