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Jornal do Metalúrgico

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Edição 1156 | De 11 a 17 de Maio de 2016

Expediente

Órgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá - Rua Maurício Diamante, 65, São José dos Campos - CEP 12.209-570. Telefone (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br. Responsabilidade: Diretoria do Sindicato. Edição: Rodrigo Correia. Redação: Douglas Dias, Lucas Martins e Manuela Moraes. Editoração eletrônica: Bruno César Galvão. Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: Jornal Diário da Região Ltda. CNPJ: 07.351.093/0001-48 - Fone: (12) 3966-1212.

Afastamento da presidente

Após confusão, Senado deverá aprovar impeachment de Dilma

Depois de uma reviravolta sobre a validade do impeachment envolvendo o presidente interino da Câmara, o Senado marcou para quarta-feira (11) a votação que decidirá sobre a saída de Dilma Rousseff (PT).

Ao que tudo indica, os senadores devem aprovar o acolhimento do impeachment da petista, o que resultará no seu afastamento da Presidência da República por até 180 dias.

Em seu lugar, assumirá o governo o atual vice-presidente Michel Temer (PMDB).

Seis por meia dúzia

Para os trabalhadores, nada muda com o impeachment. É como trocar seis por meia dúzia, pois a política econômica seguirá a mesma, com ênfase no ajuste fiscal, cortes nos investimentos sociais, aumento de impostos, reformas trabalhista e da Previdência e outros ataques.

“Se o governo Dilma é indefensável do ponto de vista dos trabalhadores, nada muda com relação ao eventual governo Temer. Nossa mobilização continua pelo ‘Fora todos’ e eleições gerais”, afirmou o presidente do Sindicato, Antônio Ferreira de Barros, o Macapá.


Sai Cunha, entra Waldir Maranhão


Os acontecimentos desta segunda-feira (9) fizeram Brasília parecer palco de novela mexicana.

Nas primeiras horas do dia, o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP), resolveu cancelar a sessão que aprovou o impeachment de Dilma na Casa.

A manobra, que teve os dedos do governo Dilma, causou enorme confusão.

Por volta da meia-noite, Maranhão, que assumiu o comando da Câmara no lugar do corrupto Eduardo Cunha (PMDB), revogou a sua própria ordem.

Antes mesmo desse recuo, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), já havia decidido ignorar a decisão vinda da Câmara e confirmou para quarta-feira a votação do impeachment.

Nessa guerra por poder, nenhum lado pensa no trabalhador!


Governo Temer prepara graves ataques

Enquanto aguarda a confirmação do afastamento de Dilma, Michel Temer (PMDB) já escolhe ministros e, em nome de uma pretensa recuperação na economia, prepara uma série de ataques contra os trabalhadores.

Temer deve colocar no Ministério da Fazenda o banqueiro Henrique Meirelles, que, além de aprofundar a política econômica que só favorece o andar de cima, quer acumular o comando da Previdência Social. Com isso, a ideia é fortalecer a aprovação de uma reforma no setor, que terá o objetivo principal de aumentar a idade de aposentadoria dos trabalhadores brasileiros.

Temer também quer reduzir direitos trabalhistas, permitir que aposentadorias e benefícios sejam menores que um salário mínimo, acabar com os gastos obrigatórios do governo em saúde e educação e privatizar tudo o que for possível.

Por isso, nenhum minuto de tolerância a um governo Temer!


Exigimos: Fora Dilma, Temer e todos eles!

A gestão do PT não serviu aos trabalhadores. É evidente que o mesmo acontecerá com um cada vez mais provável governo do PMDB, apoiado pelo PSDB e outros partidos que defendem o ajuste fiscal e os ataques aos nossos direitos.

Por isso, precisamos continuar a luta pelo “Fora todos” e a convocação de eleições gerais, sem os corruptos da Lava Jato, financiamento de patrões e com mesmo tempo de TV para os candidatos.

No 1º de Maio, realizamos um grande ato do Dia do Trabalhador, na Avenida Paulista, em São Paulo, com a bandeira do “Fora todos”.
 

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