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Jornal do Metalúrgico

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Edição 1152 | De 23 de Março a 05 de Abril de 2016

Expediente

Órgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá - Rua Maurício Diamante, 65, São José dos Campos - CEP 12.209-570. Telefone (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br. Responsabilidade: Diretoria do Sindicato. Edição: Shirley Rodrigues. Redação: Lucas Martins, Manuela Moraes e Tânia Campelo. Editoração eletrônica: Bruno César Galvão. Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: Jornal Diário da Região Ltda. CNPJ: 07.351.093/0001-48 - Fone: (12) 3966-1212.

Participe!

1º de abril é dia de luta pelo "Fora todos eles e Eleições Gerais"

A crise política do país piora a cada dia. Na última semana, a nomeação do ex-presidente Lula como ministro chefe da Casa Civil levou milhares de pessoas a protestar nas ruas.

Entre os metalúrgicos da região não foi diferente. Exigindo “Fora todos eles e eleições gerais, já!”, os trabalhadores da GM, Hitachi, Embraer e Blue Tech iniciaram uma luta para derrubar o governo e o Congresso Nacional.

Os protestos são um esquenta para as manifestações de 1º de abril, convocadas pela CSP-Conlutas e outras entidades e movimentos sociais do Espaço de Unidade de Ação e que são contra o governo e a oposição de direita.

Neste dia, novas manifestações irão ocorrer nas fábricas e, à tarde, um grande ato reunirá trabalhadores na Av. Paulista, em São Paulo.

O ato será uma resposta dos trabalhadores contra as manifestações do PT, CUT e CTB (em apoio ao governo) e as chamadas pela Oposição de direita, como o PSDB e PMDB (contra o governo).

Temos de construir uma terceira alternativa, de um governo dos trabalhadores.

Protestos nas fábricas
Na GM, os metalúrgicos saíram em passeata na Marginal da Via Dutra, na sexta-feira (18). No mesmo dia, os trabalhadores da Hitachi protestaram na porta da fábrica.

Na segunda (21), houve protesto na entrada da Embraer. E na terça, foi a vez da Blue Tech. Nesta quarta, haverá manifestação na Chery. Nos próximos dias, vai ter mobilizações em outras fábricas.

Vamos pra Paulista!
Haverá ônibus saindo do Sindicato. Inscreva-se
Saída: dia 1º de abril, às 13h.
Local:
Sede do Sindicato
Inscrições:
com diretores do Sindicato ou pelo telefone (12) 3946-5311.

O que queremos:

Fora Dilma, Lula, Temer, Cunha, Renan e Aécio
Eleições Gerais, já!
Construção de uma greve geral para derrubar o governo, o Congresso e a oposição de direita!


Impeachment de Dilma não é solução para os trabalhadores

A proposta do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) não é solução para os trabalhadores.

Se a presidente cair pelo impeachment, o vice Michel Temer (PMDB) assumirá o poder.

Não precisa nem lembrar que Temer e outros políticos do PMDB também são alvos de investigação. Temer é apontado como um dos cabeças do esquema de desvio de dinheiro da Petrobras.

Além disso, defendem a mesma política econômica do governo contra os trabalhadores. Ou seja, seria trocar seis por meia dúzia.

Comissão duvidosa
Dos 65 deputados que irão analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma, 40 receberam dinheiro das empresas investigadas na Operação Lava Jato.

Destes, quatro estão sendo investigados por corrupção na mesma operação.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), é réu no processo. Até o deputado Paulo Maluf (PP), um dos políticos mais corruptos do país, irá analisar o impeachment.

É uma grande hipocrisia que um bando de corruptos julgue a presidente.

Por isso defendemos a saída de todos os parlamentares e a convocação de novas eleições: para presidente, deputados e senadores.


PSDB também está metido em corrupção


É preciso investigar e punir todos os políticos envolvidos em corrupção: de Lula a Aécio Neves (PSDB).

Lula está sendo investigado por suspeita de irregularidades envolvendo um apartamento tríplex no Guarujá (SP) e um sítio em Atibaia (SP). Os dois imóveis seriam resultado de propina recebida de empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato.

O tucano Aécio Neves, que defende o impeachment de Dilma e a prisão de Lula, também está com as mãos sujas de lama. Ele teria sido beneficiado por um esquema de propinas na estatal de Furnas.

E não é só. O partido de Aécio Neves coleciona escândalos, como o mensalão tucano (desvio de dinheiro de estatais para bancar a campanha eleitoral do governador de Minas Gerais, Eduardo Azeredo), corrupção no metrô paulista (formação de cartel para obtenção de contratos com os governos tucanos) e, mais recentemente, o escândalo da Merenda Escolar (fraude em contratos para fornecimento de merenda).

Portanto, ao apontar o dedo para o PT, o PSDB tenta esconder suas próprias maracutaias.

“Seja de que partido for, é preciso confiscar os bens e colocar na cadeia todos os corruptos e corruptores”, afirma o secretário geral do Sindicato, Renato Almeida.


Fiesp só quer conseguir ainda mais privilégios

Depois de anos sendo beneficiada pelos incentivos fiscais concedidos pelo governo, a Fiesp rompe com Dilma.

No primeiro mandato da presidente, a Fiesp aplaudiu e lucrou muito graças ao PT.

Em benefício aos empresários, o governo abriu mão de bilhões em incentivos fiscais e financiamentos.

Agora, a Fiesp está participando das manifestações contra Dilma, mas não por se preocupar com o povo.

O que a Fiesp quer mesmo é um governo que preserve os lucros dos patrões. Esse a gente não vai engolir!

Vale ressaltar que a Fiesp é presidida por Paulo Skaf, do PMDB, e que tem todo interesse em colocar Michel Temer no lugar de Dilma. Seria um ótimo aliado para jogar as crises nas costas dos trabalhadores.


Crise econômica castiga trabalhador

Não é só a corrupção e a crise política que afetam nossa vida. A crise econômica também está castigando os trabalhadores com demissões, inflação, redução de direitos e o ajuste fiscal.

Nos últimos 12 meses, foram fechados 1,6 milhão de postos de trabalho em todo país.

Com a alta do preço dos alimentos, impostos, combustíveis e tarifa do transporte, fica cada dia mais difícil pagar as contas no fim do mês.

Diante deste quadro, a política do governo, com o apoio de deputados, senadores e governadores, é retirar ainda mais direitos do trabalhador.

Por isso, nossa luta também tem de ser por direitos, salários e melhores condições de trabalho.
 

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