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Jornal do Metalúrgico

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Edição 1146 | De 03 a 16 de Fevereiro de 2016

Expediente

Órgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá - Rua Maurício Diamante, 65, São José dos Campos - CEP 12.209-570. Telefone (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br. Responsabilidade: Diretoria do Sindicato. Edição: Shirley Rodrigues. Redação: Douglas Dias, Lucas Martins, Manuela Moraes e Tânia Campelo. Editoração eletrônica: Bruno César Galvão. Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: Jornal Diário da Região Ltda. CNPJ: 07.351.093/0001-48 - Fone: (12) 3966-1212.

Mais ataques ao trabalhador

Governo quer retirar verba do FGTS para garantir crédito para empresas

A política de Dilma Rousseff para enfrentar a crise econômica continua a mesma: retirar direitos e recursos dos trabalhadores para garantir o lucro dos patrões e dos bancos.

Na última quinta-feira (28), o governo federal anunciou um pacote de medidas econômicas que pretende injetar R$ 83 bilhões no mercado.

Desse total, cerca de R$ 49 bilhões serão retirados do FGTS para reforçar as linhas de crédito nos setores de infraestrutura e habitação, além de aumentar a oferta para crédito consignado.

O restante do pacote virá do Banco do Brasil e do BNDES para financiar o agronegócio e empresas em geral.

“ Como se não bastasse o ajuste fiscal, agora querem atacar diretamente o Fundo de Garantia. O governo deveria pagar a correção devida aos trabalhadores e não dar dinheiro para os banqueiros”, analisa o diretor do Sindicato Célio Dias da Silva, o Celião.


Mais para o patrão

R$ 83 bilhões - Valor total destinado às linhas de crédito para os empresários

Menos para o peão

R$ 49 bilhões - Serão retirados do FGTS, dinheiro do trabalhador que será usado para financiar as empresas.


Bancos podem abocanhar Fundo de Garantia


O pacote anunciado pelo governo também prevê que uma parte do FGTS vai direto para os cofres do banco, no caso do trabalhador demitido ter feito empréstimos consignados.

Se a proposta for aprovada pelo Congresso Nacional, no momento em que o trabalhador for demitido, até 10% do FGTS mais a multa de rescisão de contrato (40% sobre o saldo) serão usados para cobrir a dívida com o banco.

“Esse é mais um ataque aos direitos do trabalhador. O FGTS é um mecanismo de auxílio ao demitido ou usado na compra da casa própria. Ou seja, justamente no momento em que o trabalhador mais precisa, perderá parte do seu dinheiro para os bancos”, afirma o diretor do Sindicato Guirá Borba de Godoy Guimarães.
 

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