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Jornal do Metalúrgico

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Edição 949 | De 25 a 31 de Maio de 2011

Expediente

Órgão Informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá • Rua Maurício Diamante, 65 - 12209-570- (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br - São José dos Campos - SP - Responsabilidade: Diretoria do Sindicato - Edição: Ana Cristina Silva - Redação: Douglas Dias, Eliane Mendonça, Rodrigo Correia e Shirley Rodrigues. Editoração Eletrônica: Bruno César Galvão - Ilustração: Bruno César Galvao - Fotolito e Impressão: UniSind Gráfica Ltda (11) 3271-1137

Enriquecimento suspeito

Palocci multiplica seu patrimônio 20 vezes, mas não explica

Atual ministro do governo Dilma aumentou sua renda em R$ 6,6 milhões em apenas quatro anos

Multiplicar sua renda por 20. Foi esse o “milagre” que o atual ministro-chefe da Casa Civil do governo Dilma e ex-ministro da Fazenda do governo Lula, Antonio Palocci (PT), conseguiu durante o seu mandato como deputado federal.

Segundo notícias veiculadas em vários jornais na última semana, Palocci aumentou sua renda em R$ 6,6 milhões em apenas quatro anos.

Em 2006, quando foi eleito deputado federal, Palocci declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 337 mil. Nos quatro anos em que atuou como deputado, recebeu R$ 974 mil em salários brutos.

Apesar da soma desses valores ser expressiva, ainda é insuficiente para explicar os dois imóveis que ele adquiriu (um de R$ 882 mil e outro de R$ 6,6 milhões). A desculpa é de que conseguiu esse valor por meio de consultorias a empresas. Só que não fala quanto e nem para quem.

Para comparação, um trabalhador que ganha um salário mínimo, de R$ 545 por mês, levará mais de mil anos para conseguir esse valor.

Blindagem e apuração
Após as denúncias vazarem, o governo Dilma e seus aliados organizaram uma verdadeira blindagem para preservar Palocci.

Mesmo a oposição de direita, com partidos como PSDB e DEM, que tenta desgastar o governo, na prática, acham normal a evolução patrimonial do ministro.

Isso porque os políticos desses partidos fazem exatamente a mesma coisa e não querem uma investigação profunda, que pode atingir também suas contas e transações.

Os trabalhadores têm o direito de saber de onde vem o dinheiro, mas somente uma investigação independente poderá apurar esses dados.

“O governo não tem intenção de investigar e o Congresso, com muitos parlamentares envolvidos em corrupção, também não. É preciso quebrar o sigilo fiscal e bancário da empresa e do próprio Palocci e o povo precisa ir às ruas pra exigir que isso não acabe em pizza”, afirma o diretor do Sindicato Luiz Carlos Prates, o Mancha.

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