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Jornal do Metalúrgico

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Edição 1129 | De 19 a 25 de Agosto de 2015

Expediente

Órgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá - Rua Maurício Diamante, 65, São José dos Campos - CEP 12.209-570. Telefone (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br. Responsabilidade: Diretoria do Sindicato. Edição: Rodrigo Correia. Redação: Douglas Dias, Manuela Moraes e Shirley Rodrigues. Editoração eletrônica: Bruno César Galvão. Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: Jornal Diário da Região Ltda. CNPJ: 07.351.093/0001-48 - Fone: (12) 3966-1212.

Em defesa do emprego

Trabalhadores da GM mantêm greve e dizem: "Queremos nosso emprego de volta"

Desde que a GM enviou os primeiros telegramas de demissão, no dia 8, os trabalhadores e suas famílias não pararam de lutar em defesa dos empregos.

Com muita determinação dos metalúrgicos, a greve na empresa já entrou na segunda semana.

No dia 14, cerca de 2 mil pessoas participaram da passeata entre a GM e o Jardim Paulista (cerca de 7 km). Homens, mulheres e crianças seguiram com suas bandeiras pedindo a anulação das demissões.

Durante o protesto, os manifestantes passaram pela Via Dutra. Os carros e caminhões que iam na pista contrária tocavam suas buzinas em apoio aos trabalhadores.

Greve forte
Iniciada no dia 10, a greve tem um caráter especial. Embora a GM tenha demitido 798 trabalhadores, os 5 mil funcionários aderiram à paralisação para pressionar a empresa a rever todos os cortes.

Nenhum carro ou motor foi produzido neste período, apesar da pressão e do assédio que os chefes estão fazendo para que a mobilização acabe.

“A greve ocorre apenas pela intransigência da GM, que até agora não cancelou as demissões. Por isso, seguimos paralisados”, afirma o diretor do Sindicato Valmir Mariano da Silva.

Audiência na Alesp
A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) vai realizar nesta quarta-feira, dia 19, às 19h, uma audiência pública sobre as demissões na GM. O debate está sendo organizado a pedido do Sindicato e do deputado Carlos Gianazzi (PSOL).


Em audiência, Ministério Público pede anulação das demissões

Na audiência de conciliação ocorrida segunda-feira, dia 17, o Ministério Público do Trabalho se manifestou a favor do pedido do Sindicato para que a GM anule as demissões.

Mas a empresa rejeitou a proposta, e a audiência no Tribunal Regional do Trabalho, em Campinas, terminou sem acordo. Um novo encontro foi marcado para sexta-feira, dia 21, às 15h.

Antes da audiência de segunda-feira, cerca de 100 demitidos realizaram uma passeata no centro de Campinas.


Sindicato cobra prefeitura e governo do estado

O Sindicato se reuniu, na semana passada, com o prefeito Carlinhos Almeida e com o secretário estadual de Emprego, José Luiz Ribeiro.

Nos dois encontros, o presidente do Sindicato, Antônio Ferreira, o Macapá, cobrou dos governantes medidas para pressionar a GM a cancelar as demissões.

Ao prefeito, Macapá pediu que seja marcada uma reunião com a presidente Dilma (PT), já que seu governo beneficiou amplamente o setor automotivo e que agora é hora de garantir estabilidade no emprego para os trabalhadores.

Na reunião com Ribeiro, Macapá reivindicou um encontro com o governador Geraldo Alckmin (PSDB), para que intervenha contra as demissões e por novos investimentos da GM na fábrica de São José.


Greve na montadora tem apoio nacional e internacional

Entidades nacionais e internacionais enviaram moções de apoio ao Sindicato, exigindo anulação das demissões na GM e estabilidade no emprego.

Entre as entidades internacionais que apoiam nossa luta estão sindicatos da França, Espanha, Itália, Alemanha, Peru, Colômbia, Estados Unidos e Palestina.

“Gostaríamos de expressar toda nossa esperança e solidariedade”, afirmou Scott Houldieson, vice-presidente do sindicato norte- americano UAW, que reúne 400 mil trabalhadores.

Os funcionários da GM da Colômbia, organizados no sindicato Sintraime, convocaram todos os trabalhadores da GM ao redor do mundo para lutar contra as ações da montadora.

“Chamamos todos os trabalhadores desta transnacional para uma reunião internacional com o interesse de coordenar a luta”.

Nosso Sindicato agradece a solidariedade de todas as organizações!
 

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