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Jornal do Metalúrgico

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Edição 1111 | De 18 a 24 de Março de 2015

Expediente

Órgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá - Rua Maurício Diamante, 65, São José dos Campos - CEP 12.209-570. Telefone (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br - Responsabilidade: Diretoria do Sindicato - Edição: Rodrigo Correia - Redação: Rodrigo Correia, Shirley Rodrigues e Manuela Moraes. Editoração eletrônica: Bruno César Galvão. Ilustração: Bruno César Galvao. Fotolito e Impressão: Jornal Diário da Região Ltda. CNPJ: 07.351.093/0001-48 - Fone: (12) 3966-1212

Especial Mês da Mulher

Medidas provisórias do governo atacam mais as mulheres

A presidente Dilma Rousseff (PT) fez um duro ataque às mulheres ao editar as medidas provisórias 664 e 665, que dificultam o acesso a direitos como seguro-desemprego, PIS e pensão por morte.

Isso porque as mulheres estão mais expostas ao risco do desemprego do que os homens.

Segundo o Dieese, a taxa de desemprego entre as mulheres é de 12%, enquanto entre os homens é de 9%.

Além disso, quando saem à procura de trabalho, elas gastam mais tempo (26 semanas) do que eles (25) para encontrar uma nova ocupação, o que as torna ainda mais dependentes do seguro-desemprego.

Com as novas regras, para ter acesso ao benefício pela primeira vez é preciso já ter 18 meses de contribuição.

Restrição ao PIS
A elevação do tempo mínimo de um para seis meses de carteira assinada para ter acesso ao abono salarial (PIS) atinge em cheio o bolso de milhares de trabalhadoras.

Como elas realizam os serviços que têm maior rotatividade e menores salários, são mais dependentes do PIS para compensar essa diferença.

Não podemos aceitar a retirada de nossos direitos. Por isso, exigimos que essas medidas sejam revogadas!


Nova regra reduz pensões quase pela metade


No caso da pensão por morte, alterada com a medida provisória 664, as mulheres são as mais prejudicadas, já que representam a imensa maioria de quem recebe o benefício.

A pensão foi cortada quase pela metade. O cônjuge receberá apenas 60% do valor da aposentadoria, mais 10% por dependente.

Além disso, a pensão deixa de ser vitalícia para viúvas com menos de 44 anos.

As mudanças atingem diretamente a parcela mais pobre da população.

Atualmente, a maioria das mulheres pensionistas (70%) recebe apenas um salário mínimo como benefício.

Ou seja, com a desculpa de combater supostos abusos, o governo está tirando de quem mais precisa.

Mais um ataque inaceitável!
 

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