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Jornal do Metalúrgico

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Edição 1084 | De 05 a 11 de Agosto de 2014

Expediente

Orgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá • Rua Maurício Diamante, 65 - 12209-570- (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br - São José dos Campos - SP - Responsabilidade: Diretoria do Sindicato - Colaboração: Conselho Editorial - Edição: Rodrigo Correia - Redação: Ana Manuella Soares, Douglas Dias, e Shirley Rodrigues. Editoração e Ilustração: Bruno Galvão - Fotolito e Impressão: UniSind Gráfica Ltda (11) 3271-1137

Mobilização

Metalúrgicos da GM iniciam resistência contra lay-off e demissões

Os metalúrgicos já começaram a campanha de resistência contra os planos da General Motors de adotar o sistema de lay-off na planta de São José dos Campos.

Em assembleia realizada na quarta-feira, dia 30, a categoria aprovou um processo de mobilização pela estabilidade no emprego.

Como parte da luta, o Sindicato enviou pedido de reunião para a presidente Dilma (PT), em caráter de urgência.

A categoria exige a assinatura de uma medida provisória que garanta estabilidade no emprego para trabalhadores de empresas que recebem incentivos fiscais do governo.

Na última sexta-feira, dia 1º, houve reunião entre o Sindicato e a direção da GM.

O Sindicato se manteve contra o lay-off e defendeu a estabilidade no emprego e a redução da jornada para 36 horas sem redução de salário. Também cobrou os investimentos de R$ 3 bilhões prometidos, em acordos assinados pela montadora.

Uma nova reunião entre a GM e Sindicato vai ocorrer esta semana.


Torneiras estão abertas para os patrões
A indústria foi mais uma vez presenteada pelo governo Dilma, com a liberação de R$ 45 bilhões em crédito para estímulo ao consumo.

E não é só: o governo vai garantir aos setores da indústria e de serviços R$ 40 bilhões em incentivos fiscais, entre 2015 e 2017.

Mas esses incentivos não garantem a manutenção dos empregos. Mesmo com a redução do IPI, por exemplo, as montadoras continuam demitindo. Um verdadeiro absurdo.

Segundo a própria Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos), cerca de 5.500 trabalhadores foram demitidos no primeiro semestre de 2014.


CUT, Força e CTB precisam romper com patrões e governo

As centrais CUT, Força Sindical e CTB não podem continuar caladas enquanto milhares de trabalhadores são demitidos e entram em lay-off nas montadoras de suas bases sindicais.

Na Volkswagen, Mercedes-Benz, Fiat, Ford, Peugeot e Scania, as demissões já começaram.

Essas centrais têm de sair do marasmo e ir à luta para exigir estabilidade no emprego para todos os trabalhadores.

“Convocamos as direções dessas centrais a romper esse pacto com o governo federal e montadoras e unificar a luta contra as demissões”, afirma o presidente do Sindicato, Antônio Ferreira de Barros, o Macapá.


Por que somos contra o lay-off

O último lay-off, realizado pela montadora em 2013, terminou em 598 demissões.

Não podemos concordar com uma medida que certamente resultará em perda de emprego.

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