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Jornal do Metalúrgico

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Edição 1077 | De 27 de Maio a 02 de Junho de 2014

Expediente

Expediente: Orgão informativo do Sindicato dos Metalúrgicos de S. J. Campos, Caçapava, Jacareí, Santa Branca e Igaratá • Rua Maurício Diamante, 65 - 12209-570- (12) 3946.5333 - Fax: 3922.4775 - site: www.sindmetalsjc.org.br - e-mail: comunicacao@sindmetalsjc.org.br - São José dos Campos - SP - Responsabilidade: Diretoria do Sindicato - Colaboração: Conselho Editorial - Edição: Rodrigo Correia - Redação: Douglas Dias, Manuela Moraes e Shirley Rodrigues. Editoração e Ilustração: Bruno Galvão - Fotolito e Impressão: UniSind Gráfica Ltda (11) 3271-1137.

 

Repressão aos lutadores

Movimentos sociais se mobilizam contra criminalização das lutas

O início da Copa do Mundo se aproxima. Os trabalhadores colocam seu time em campo e partem para o ataque para garantir seus direitos. Mas os governos devem continuar jogando sujo para tentar calar a voz das ruas.

Para impedir essas manifestações e passar aos gringos a ideia de que tudo vai bem, o governo criminaliza os movimentos sociais e lutadores.

É o que está acontecendo, por exemplo, em Porto Alegre. Lá, o Ministério Público encaminhou à justiça denúncia contra seis ativistas, acusando-os de serem líderes de depredações, saques e arremesso de fogos de artifício durante as manifestações em junho do ano passado.

Entre os ativistas, está Matheus Gomes, que participou de uma audiência pública no Senado para denunciar o caso. Se a justiça aceitar a acusação, os jovens, que exerciam o direito de manifestação, podem pegar até 20 anos de prisão.

Para Zé Maria de Almeida, que também participou da audiência representando a CSP-Conlutas, os movimentos sociais vêm sofrendo com o aumento da violência policial contra os manifestantes, o desrespeito aos direitos de greve e de manifestação e os assassinatos nas periferias, além da instauração de inquéritos responsabilizando os líderes desses movimentos.

“Já foram mais de dois mil presos e destes, 370 respondem a inquéritos. O caso do Rio Grande do Sul é absurdo. Não podemos aceitar essa tentativa de criminalizar as lutas”, disse Zé Maria.

Repressão e criminalização
Para tentar acabar com as mobilizações, usam força policial ou a justiça e, durante o Mundial, isso deve aumentar.

Para se ter uma ideia, o segundo maior investimento do governo federal para a Copa é em segurança. São quase R$ 2 bilhões que serão usados para reprimir quem desafiar o governo e a Fifa nas ruas.

“É absurdo que o governo destine bilhões para garantir o lucro da Fifa e dos empresários, enquanto as mobilizações dos trabalhadores são tratadas como caso de polícia”, afirma o diretor do Sindicato André Parra de Oliveira.





 

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