Edição 989
Na Haas, terceira da GM, a coisa tá feia! Ninguém pode ficar doente, senão perde a cesta básica. E a empresa não paga adicional de insalubridade, sendo que os funcionários trabalham com produtos químicos. Tomem jeito, porque eu tô de olho em vocês!
O coordenador Luiz Fernando e o supervisor Thiago Vasconcelos do 1º turno da Engeseg, terceira da Embraer, estão precisando de uma aula de boas maneiras. Os caras só sabem tratar os trabalhadores na grosseria. Ninguém aguenta mais! Contra a Embraer, que deixa os vigilantes debaixo de chuva nas portarias, não dizem nada?
A Angela, do RH da Wam do Brasil, tá se achando a dona da empresa. Ela desconta qualquer coisa do salário dos funcionários, sem mais nem menos. Ninguém aguenta mais essa postura. Fica esperta porque a galera tá de olho em você e sua batata tá assando!
Na Eleb são tantos absurdos que é difícil acreditar. Um trabalhador terceirizado, com contrato temporário, do almoxarifado, sofreu um acidente de trajeto ao ir para a empresa. O serviço médico, que também é terceirizado, não tem uma ambulância fixa e ainda o levou pro hospital errado! A sede por lucros colocou a vida do trabalhador em risco. Que absurdo!
Ninguém aguenta mais comer feijão preto na GM. Todo dia é a mesma coisa! Tudo isso pra economizar porque o feijão preto é mais barato. A empresa já explora a peãozada todo dia na linha e ainda quer cortar custos na hora da comida. Tá na hora de acabar com essa mesquinharia!
A SK10 agora inventou de mexer até na comida pra reduzir os custos. Na hora do café o trabalhador só pode pegar um pão e na hora do almoço, também não pode pegar mais que uma porção de mistura. É o fim da picada. Não bastasse arrancar o coro na produção, agora vão regular a comida também?
