Edição 983
Na Prolind, os encarregados de produção Aline e Ricardo, seguindo a linha do chefe Flávio, estão pressionando cada dia mais os trabalhadores. Agora, exigem que o pessoal marque consulta médica fora o expediente para não atrapalhar a produção. Quem não consegue, tem de aguentar cara feia. Se isso não bastasse ainda tem o técnico de segurança Thales, que força o pessoal a trabalhar sob sol quente. Melhores condições de trabalho, já!
A tal da Janete, proprietária da Metinjo, deveria saber que boa educação é para todos. Será que ela pensa que só porque é dona da empresa pode tratar os trabalhadores de qualquer jeito?
O tal do Ari, da chefia da Katrol, deve achar que ainda estamos na época das cavernas, quando os mais fortes mandavam e o resto tinha de abaixar a cabeça. Se acha o fortão, é? Saiba que pro pessoal você é apenas o mais folgado e gente folgada aqui não tem vez. Sai pra lá!
O tal do Luís Mendonça, mais conhecido como “quebra ossos”, encarregado do 1º turno da Galvanização da Sadefem, está intensificando o assédio moral sobre os trabalhadores. Se a empresa não tomar providências, vamos mover um processo na Justiça... Vai pagar pra ver?
No 2º turno da linha de montagem da transmissão, da GM, a dupla formada pelo SA Cleber e o gerente Marcelo Querido foi flagrada na última sexta-feira agindo com total imprudência e falta de respeito com a segurança. Eles retiravam peças de 16 quilos com as mãos, só para adiantar a produção. CIPA e Sindicato pararam a linha por mais de 3h, em protesto. Se voltar a acontecer, paramos de novo!
