Edição 943
A Aernnova continua usando a crise como alegação para arrancar o couro dos trabalhadores e precarizar as condições de trabalho. Agora tá até errando na matemática. A seu favor, claro. A segunda parcela da PLR, que deveria ser de R$ 1.200, a empresa pagou só R$ 400. Aumentar lucros metendo a mão no dinheiro do trabalhador é fácil... Isso não vai ficar assim!
Na MWL, é geral a insatisfação dos trabalhadores com o tal do Neves, do RH. O cara é o maior arrogante, grosso e autoritário. Se alguém se arrisca a tirar alguma dúvida com ele, certamente leva uma patada que perde até o rumo. Será que ele pensa que só porque desempenha uma função burocrática, é melhor que o pessoal da produção? Educação é bom e todo mundo gosta. Que tal por isso em prática?
O Luís Alfredo, supervisor da linha de montagem do módulo 1, do 2º turno da Powertrain 1, da GM, tava de férias e o clima de trabalho na área tava um sossego. Foi só ele voltar pra virar um inferno. O cara só sabe ficar na cola da peãozada o tempo todo, na maior postura de capitão do mato. Isso é assédio moral, sabia? Cuidado, pelegão!
Na Hitachi, o Cláudio, do RH, está achando que é dono da fábrica. A última dele foi colocar vigilantes terceirizados pra fiscalizar o carregamento de máquinas. E os trabalhadores que faziam esse trabalho, foram deslocados para manusear empilhadeiras. Quanta lambança, hein? Essa história tá mal contada. Fiquem sabendo que assédio moral é crime!
Andam dizendo por aí que já surgiu uma nova panelinha na Schrader, formada pelos líderes Fabiano, Sandro, Prado e companhia. Parece que para eles, operadores bons são aqueles que compram presentinhos para os encarregados no final do ano, mas fazem corpo mole na produção. Estamos de olho!
